Campo Grande, Segunda-feira 17 de dezembro de 2018
16/02/2017 13h43 - Atualizado em 16/02/2017 13h43

Queda de secretário pode antecipar reforma de Reinaldo Azambuja

Sérgio de Paula teria apresentado pedido de demissão ao governador

Por Ludyney Moura

A reforma administrativa anunciada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), pode iniciar com troca de secretários, entre eles o responsável pela articulação política da gestão tucana, Sérgio de Paula (PSDB), da Casa Civil, que estaria demissionário já nesta quinta-feira (16).

A queda de De Paula, apontado como principal nome de Azambuja no primeiro escalão e chamado até por colegas de secretariado como 'primeiro-ministro', apesar de não confirmada oficialmente ainda, estaria ligada a um episódio específico que teria sido levado ao governador por órgão de fora do Executivo estadual.

Oficialmente, o governo não confirma a saída de Sérgio da secretaria. A assessoria de imprensa do governo tucano, no entanto, não desmentiu os rumores. A informação foi apenas de que ainda não se pode manifestar sobre o assunto.

Os rumores sobre a possível saída do secretário começaram há alguns dias, mas ganharam força embalados por informações que teriam vazado de orgão também sediado no Parque dos Poderes. "Haverá um troca de secretários, e entre eles está o Sérgio", confirmou uma fonte ligada ao governo Azambuja.

Apesar do governo não se manifestar oficialmente sobre a saída de de Paula, interlocutores da administração tucana apontam que um fato novo pode ter sido o estopim para a saída do secretário, que acompanha o governador desde que Reinaldo governou Maracaju.

No gabinete da Casa Civil, a informação repassada à reportagem é que de que o secretário não estava no prédio. Ele também não acompanhou a posse do novo comando da Polícia Militar ao lado de Reinaldo, como fazia costumeiramente.

Entre os possíveis destinos de Sérgio de Paula estão o comando de uma outra pasta no governo, ou, mais provavelmente, uma articulação política alinhada aos interesse do PSDB em Mato Grosso do Sul. Tudo dependeria do desdobramento do fato que teria disparado o processo. (Colaborou Mariana Anjos)

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