12/03/2016 15h17 – Atualizado em 12/03/2016 15h17
Marquinhos entra no PSD e lança projeto para reorganizar Campo Grande
Por Assessoria de Comunicação
Na presença de uma multidão de pessoas, o deputado estadual Marquinhos Trad assinou, neste sábado (12), ficha de filiação ao PSD e lançou o projeto “Conversa com a nossa gente”. A ideia é percorrer a cidade, olhar nos olhos das pessoas e construir um plano de governo para reorganizar Campo Grande.
Marquinhos chegou à Câmara Municipal e se emocionou com a recepção. A Casa de Leis estava lotada e o público comemorava a chegada do deputado. Ele disse que escolheu o PSD porque o partido lhe permite “sonhar e trabalhar, além de estimular lideranças”. “Espero retribuir a confiança”, comentou.
Após assinar a ficha de filiação, Marquinhos disse que, no caminho de casa à Câmara, um filme passou em sua cabeça. Ele lembrou da época de estudante, das eleições para vereador e deputado, do pai Nelson Trad e da família. “Peço a Deus discernimento e princípios para educar minhas filhas”, disse.
Ainda lhe veio à memória o primeiro desafio público, como secretário municipal de Assuntos Fundiários. “Recebi a missão de desfavelar Campo Grande, regularizamos 117 núcleos e acabamos, por exemplo, com as favelas Dona Neta, Sapolândia e Maria do Céu”, citou. “Naquela época, descobri que é isso que quero fazer, ajudar as pessoas”, completou.
Neste sentido, Marquinhos fez questão de ressaltar que está “preparado para o desafio de fazer as pessoas viverem melhor”. Por isso, vai andar de casa em casa, bater na porta de todos os setores da sociedade para ouvir o que as pessoas precisam. “Vamos com humildade, chega de briga. Vamos com planejamento, chega de desorganização. Vamos com ética, chega de corrupção”, ressaltou.
Com esse pensamento, o deputado vai tocar o projeto “Conversa com a nossa gente”. “Uma cidade não pode ter dono, uma cidade é a expressão plural da vontade de um povo. Por isso, peço a ajuda e a opinião de todos para reorganizar Campo Grande”, completou.
Antes da filiação de Marquinhos, o presidente estadual do PSD, Antônio Lacerda, reuniu as autoridades e as lideranças do PSD no palco e destacou o projeto de lançar candidatos próprios a prefeito no maior número de municípios possível. A missão veio do presidente nacional licenciado do partido, ministro Gilberto Kassab.
Representando o governador Reinaldo Azambuja no evento, o secretário estadual de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto Assis, declarou-se surpreso com o tamanho da festa do PSD. “Juro que não imaginei que seria uma festa desta envergadura, uma festa popular e de adesão”, comentou.
Ele disse que Reinaldo não compareceu porque está viajando com a família, em comemoração ao aniversário de sua esposa Fátima. “O governador é um estadista, respeita as cores partidárias e, como governador, estará, a partir de abril, conversando com todos os partidos”, contou.
O secretário informou ainda que o PSDB não sabe se lançará candidato a prefeito em Campo Grande. “Não temos decidido se teremos candidato próprio do PSDB, o fato é que queremos conversar”, afirmou Carlos Alberto.
O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador João Rocha (PSDB), sugeriu, no encontro do PSD, o fechamento de um “pacto pela cidade”. “A cidade está triste, temos que nos unir para virar essa página”, propôs.
No mesmo clima, o vereador Chiquinho Telles (PSD) disse querer a “nossa Capital linda e morena de volta”. “Hoje, vivemos um caos, vivemos literalmente num buraco”, emendou.
Também vereador pelo PSD, Coringa acrescentou que o “povo de Campo Grande está cansado de sofrer” e sugeriu o nome de Marquinhos como uma alternativa para reconstruir a cidade. “O deputado Marquinhos Trad conhece os quatro cantos da Capital e, por onde anda, conquista os corações”, ressaltou.
O ex-prefeito Nelsinho Trad (PTB) foi prestigiar o PSD e o irmão Marquinhos e deixou claro: “quem apostar em briga entre irmãos vai perder”.
Em nome da ala feminina, a presidente municipal do PSD Mulher, Jucelma Rocha, conclamou as mulheres para ingressar na política e agregar. “Estou aqui porque acredito que é possível mudar para melhor”, frisou.





