23/12/2019 14h10 – Atualizado em 23/12/2019 14h10
Quadrilha de ladrões de banco gastou R$ 1 milhão em “plano de ataque”
De garrafas d’água sem rótulo e aparelhos para bloquear sinal do rastreio dos malotes, quadrilha pensou nos mínimos detalhes
Por Anahi Zurutuza e Clayton Neves – Campo Grande News
A quadrilha que planejava roubar unidade do Banco do Brasil em Campo Grande já havia gasto R$ 1 milhão na operacionalização do esquema, segundo as apurações iniciais da Garras (Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros). O montante foi usado para pagar o aluguel da casa de onde partiu o túnel que já chegava quase debaixo do cofre da agência e de outros imóveis de apoio, as contas de água e luz, a alimentação e o pagamento dos operários para cavar o acesso subterrâneo.
O corredor debaixo da terra, que já tinha cerca de 70 metros de comprimento, começou a ser cavado de uma edícula nos fundos da residência na Rua Minas Gerais, próxima à agência que funciona na Avenida Presidente Castelo Branco, na região do Bairro Coronel Antonino, em Campo Grande.
Na parte da frente deste imóvel ficavam cômodos que eram usados como alojamento e cozinha para os “trabalhadores”. Pelo menos outros cinco casas foram alugadas na cidade para abrigar os integrantes do bando.
Os homens que trabalhavam na escavação –a polícia ainda não divulgou exatamente quantos–, recebiam R$ 2 mil por semana pelo trabalho. Há pelo menos 25 pessoas envolvidas no esquema, apurou o Campo Grande News.
A quadrilha que planejava roubar unidade do Banco do Brasil em Campo Grande já havia gasto R$ 1 milhão na operacionalização do esquema, segundo as apurações iniciais da Garras (Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros). O montante foi usado para pagar o aluguel da casa de onde partiu o túnel que já chegava quase debaixo do cofre da agência e de outros imóveis de apoio, as contas de água e luz, a alimentação e o pagamento dos operários para cavar o acesso subterrâneo.
O corredor debaixo da terra, que já tinha cerca de 70 metros de comprimento, começou a ser cavado de uma edícula nos fundos da residência na Rua Minas Gerais, próxima à agência que funciona na Avenida Presidente Castelo Branco, na região do Bairro Coronel Antonino, em Campo Grande.
Na parte da frente deste imóvel ficavam cômodos que eram usados como alojamento e cozinha para os “trabalhadores”. Pelo menos outros cinco casas foram alugadas na cidade para abrigar os integrantes do bando.
Os homens que trabalhavam na escavação –a polícia ainda não divulgou exatamente quantos–, recebiam R$ 2 mil por semana pelo trabalho. Há pelo menos 25 pessoas envolvidas no esquema, apurou o Campo Grande News.






